Desde criança , gostava de fazer alguma arte em culinária ,
quando brincava de casinha . Era um tal de fazer fogãozinho de
tijolo , lá no fundo do quintal .Tudo escondido é claro ,senão a
cinta cantava . Sempre saia um arroz duro com couve sem lavar ,
pois horta sempre tinha no quintal .Comer o grude era a maior sa-
tisfação entre as crianças .,entre elas Rubinho e Rute Resende ,vizinhos .
Já depois de mocinha tinha , o meu caderno de receitas e o en -
saio e erro era uma constante . Algumas coisas , pegaram fama na família,
como por exemplo , o meu primeiro panetone . Não sabendo que a massa
tinha que crescer , foi assado assim mesmo ,. Inventei uma arma de ataque ...
Também inventei de fazer doce de pepino e do branco da casca de me-
lancia .Hoje há receitas até na TV ,como aproveitamento de sobras .
Como a vaidade ,também bate à porta ,resolvi bolar uma tintura de cabelo
de amora amassada .Super natural....Triturei tudo ,melequei a cabeça ,enrolei papel toalha
que ficou aquela maravilha . Fui continuar o serviço , com a cabeça enfaixada e
pintada de cor amora .
Logo ouvi minha filha chegando do ginásio e pintou uma idéia . Assim que ela
apareceu ,fingi estar passando muito mal e falei :-----Por favor , me ajude , pois caí ,
bati a cabeça e acho que estou morrendo .... A reação foi imprevisível e não posso
nem me lembrar ,que dou risada sozinha , feito boba , até hoje . .Desculpe Raquel ,
pois v.tem uma mãe bem espírito de porco .Vai uma compota de amora aí?
Algumas anotações que eu ache importantes e que reflitam ,mais ou menos a minha maneira de ser ,o meu sentir diante de algumas coisas .Só isso ,sem muita frescura ....


Até imagino a cena... você chorando de tanto rir...
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